A formação dos ossos
23/4/2008

Durante toda a infância e adolescência, os alimentos como o leite, queijo e o iogurte são importantes para uma boa saúde. Um adulto, por exemplo, deveria consumir dois copos de leite por dia, ou ainda duas fatias de queijo, para conseguir uma adequada quantidade diária de cálcio. É do leite que o organismo consegue este mineral para formar e desenvolver os ossos e dentes. Quase 99% desse elemento encontrado no corpo esta nos ossos e na dentição - no esqueleto há, ainda, pequenas quantidades de magnésio, flúor, sódio e fósforo. A falta do mineral nos dentes, por exemplo, pode torna-los mais suscetíveis a cáries.

Os ossos se desenvolvem até os 30 anos de idade. Depois a tendência é perder o cálcio acumulado na estrutura do corpo durante tanto tempo. É hora, então, de se buscar uma suplementação maior nos alimentos.

Para a mulher, consumir leite e seus derivados é ainda mais importante. Após a menopausa, quando os níveis de estrógeno diminuem, a perda do mineral tende a aumentar e os ossos se tornam fracos e podem quebrar com facilidade - os hormônios influem no processo de absorção e reabsorção do cálcio nos ossos. O problema é conhecido como osteoporose. Estima-se que um terço das mulheres entre 45 e 75 anos sejam vítimas da doença. Os médicos acreditam que a única forma de diminuir os efeitos da osteoporose seja por meio da reposição hormonal, aliada ao consumo de alimentos ricos em cálcio - laticínios em geral - e à prática regular de exercícios físicos - a caminhada tem sido muito recomendada. Vitaminas e minerais, como a vitamina D, K, o manganês e o boro, também ajudam a fixar o cálcio. Abacate, aveia, nozes, cereais integrais, feijões e espinafre são boas fontes de manganês; e o boro é encontrado em frutas, como a pêra, uva, pêssego, passas e tâmaras, soja, amendoim, avelã e amêndoa.

Para que o cálcio do leite e dos queijos sejam melhor aproveitados pelo o organismo, é necessário que sejam de boa qualidade. Na indústria de laticínios SanCor, por exemplo, toda a ordenha é mecanizada, o que evita qualquer tipo de proliferação, de organismos indesejáveis. A empresa é Argentina, com mais de cinqüenta anos de tradição no país, e vem ganhando espaço no mercado brasileiro há cada ano. A SanCor produz um leite de excelente qualidade investindo também em ótimos pastos e num gado livre de doenças. O resultado é um produto com mais sabor, com baixa quantidade de bactérias e sem aditivos químicos. O processo de crescimento dos microorganismos é freado com um rigoroso controle de qualidade. A SanCor tem laboratórios na própria fábrica onde são feitos os testes químicos e microbiológicos em todo o leite que vai para a linha de produção.

A rapidez na refrigeração também é muito importante para evitar a contaminação e pode ser feita por meio de dois processos: pasteurização e esterilização. No primeiro, o leite é aquecido a 65 graus Celsius, por 30 minutos, e depois rapidamente resfriado para temperaturas abaixo de 10 graus. Depois de embalado, o produto pode ser consumindo no prazo de três a seis meses sem perder suas características nutritivas. Hoje, o tratamento mais usado é a esterilização ou UHT (Ultra High Temperature). O leite passa por uma espécie de choque térmico: aquecido por dois a cinco segundos, de 135 a 140 graus, e depois resfriado à temperatura ambiente.
Mas os cuidados para que o líquido chegue inalterado ao consumidor não acabam na fábrica. É imprescindível guardar as caixas longe da luz. Nunca compre, por exemplo, um leite que está na prateleira próxima à janela. O sol ou mesmo a luz artificial em excesso alteram o sabor e o cheiro do leite, com perdas de vitaminas e de outros nutrientes.

Um produto com qualidade só traz vantagens para você e toda sua família.

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